Perder frente aos adversários directos obrigava o Estoril a vencer os jogos que ainda tinha pela frente, restando “fazer mais pontos e ser melhor durante os 90 minutos”, o que acabou por não acontecer. “Se irá ser uma Liguilha ou não, é-me igual,”deixava o na altura técnico dos canarinhos, Ivo Vieira.
“Estar a dizer que para nós não há responsabilidade… ela existe e o Estoril está dependente de alguns resultados. O nosso meio-campo tem muita juventude e qualidade, com muita dinâmica em muitos momentos do jogo,” assim indicava, em jeito de balanço. Na temporada que os canarinhos já preparam, será Luís Freire o homem escolhido para liderar os intentos de regresso à Liga NOS apenas um ano após a descida.
Antes de abandonar o cargo, Ivo lamentava a sorte do Estoril cujo insucesso se deveu “muitas vezes a mérito do adversário… Ainda no último jogo com o Aves o guarda-redes, o Facchini, fez duas defesas fantásticas” e tornou infrutífera a capacidade demonstrada por elementos em bom plano como Pepê, Eduardo, Lucas Evangelista e Allano. Destes, apenas o último se encontra no plantel 2018/2019…e ainda poderá partir até ao encerramento do mercado.
Kléber, cuja importância foi comentada perante as questões colocadas, esteve também de fora – foi mesmo o próprio Ivo Vieira quem confirmou que o ponta-de-lança brasileiro continuaria sem constituir opção e assim deverá abandonar o clube sem poder ter intervenção directa para que este não fosse despromovido à Ledman LigaPro.


