Faltava à Selecção Nacional outro tipo de soluções, como uma unidade ‘híbrida’ capaz de alinhar em posições criativas como o centro do terreno em aproximação ao avançado e sobre qualquer uma das alas e até ao para sempre recordado Euro 2016, o maior momento desportivo de Portugal numa competição de selecções,  a equipa apenas detinha, num registo diferente, André Gomes para desempenhar essa função. Até que surgiu, e com esplendor Bernardo, e que jeito daria agora, por exemplo, a várias das selecções históricas que ou falharam ou correm o risco de falhar o Mundial 2018…

No espaço de um ano, Bernardo Silva tornou-se indispensável não apenas à equipa nacional como também ao milionário Manchester City, de onde partiu o desejo inquestionável de um dos grandes treinadores da actualidade e, porque não dizê-lo, da História da modalidade como Pep Guardiola. 2018 será certamente um grande ano para este talento e o público português certamente agradece.

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